Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, afirmou que o grupo político do senador Jaques Wagner recebia R$ 3 milhões por mês em propina, segundo proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro.
A acusação, revelada pela colunista do UOL Natália Portinari, não foi acompanhada de elementos considerados suficientes para corroborá-la e a colaboração foi rejeitada pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República.
Vorcaro disse que não presenciou os supostos pagamentos e que tomou conhecimento deles por meio de seu ex-sócio Augusto Lima, que nega a acusação. Wagner já é investigado no caso Master e nega irregularidades.
A investigação da PF aponta outras suspeitas envolvendo o senador e pessoas próximas a ele, incluindo pagamentos de R$ 3,5 milhões a uma empresa ligada à família de Wagner.
Uol