Após obrigar passaporte da vacina, Barroso volta a ser alvo preferencial nas redes

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Após ter determinado a adoção do passaporte vacinal no País, Luís Roberto Barroso voltou a ser alvo de ataques bolsonaristas nas redes sociais. Levantamento feito pela Bites Consultoria para a Coluna mostra que foram ao menos 109 mil publicações mencionando o ministro do STF desde sábado, 11: os tweets com maior engajamento foram feitos por parlamentares e influenciadores bolsonaristas.

Eles acusam Barroso de “violar a democracia” e “usurpar prerrogativa do Poder Executivo”. Os estilingues virtuais mais pesados, considerando os compartilhamentos, foram os empunhados pelos deputados Bia Kicis (PSL-DF), Filipe Barros (PSL-PR) e Paulo Eduardo Martins (PSC-PR).

Apesar de alto, segundo a consultoria, o volume de menções não se compara a outros momentos de estresse envolvendo Barroso e os fãs de Jair Bolsonaro: em abril último, quando o ministro mandou instalar a CPI, ele foi citado no Twitter 243,3 mil vezes.

A interlocutores, o ministro Barroso diz não acompanhar esse tipo de repercussão porque quer seguir em paz para tomar as decisões.

Apesar de ser uma espécie de “inimigo número um” da direita bolsonarista, Barroso ainda não caiu nas graças da esquerda, ao menos não da esquerda petista: ainda há mágoas quanto à atuação do ministro durante a Lava Jato.

As informações são da Coluna do Estadão.

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