PF investiga se desembargadora condenada na Faroeste transferiu recursos para o exterior

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Alvo de investigação da Operação Faroeste e condenada a 14 anos e 20 dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em regime inicial fechado, pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), na última quarta-feira (4), a desembargadora aposentada Sandra Inês Moraes Rusciolelli Azevedo pode ter novas complicações na justiça. Isso devido à apuração da Polícia Federal sobre um possível envio de dinheiro ao exterior antes de deixar o Brasil.

Segundo a Metrópole, Sandra Inês saiu do país há mais de um mês, acompanhada do filho, o advogado Vasco Rusciolelli Azevedo. A partida ocorreu antes do julgamento que condenou os dois no STJ e foi comunicada pela PF ao ministro Og Fernandes, relator do caso. Portugal foi apontado como o provável destino.

De acordo com o site, à época da saída, a magistrada não estava, a princípio, impedida de viajar a turismo, mas precisava de autorização do STJ para mudar de domicílio. A publicação também apontou a possibilidade de mãe e filho terem cidadania portuguesa, sem confirmar se a nacionalidade foi concedida ou se eles passaram a residir no país.

O STJ também decretou a perda do cargo, convertida na cassação da aposentadoria compulsória e dos respectivos proventos. Vasco foi condenado a 13 anos e 11 meses de prisão, também em regime inicial fechado. (Política Livre)

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