Governo Milei confirma que Flávio e família deixaram o Brasil pela Argentina

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O governo Milei confirmou na madrugada de hoje que Flávio, a mulher e as duas filhas entraram na argentina por terra na noite de ontem e embarcaram em um voo privado para Guayaquil, no Equador. Segundo a Direção Nacional de Migrações, a família cruzou a Ponte Internacional Tancredo Neves, na província de Misiones, às 22h50, com documentos válidos, e embarcou às 23h30 em uma aeronave da empresa Baires Fly.

Ontem mais cedo, no entanto, autoridades argentinas negaram que o senador tivesse entrado no país. Segundo a colunista do UOL Janaína Figueiredo, a aeronave em que supostamente estão Flávio e sua família chegou a Guayaquil por volta das 5h30 de hoje e teve o plano de voo atualizado com destino final para o aeroporto no condado de Miami-Dade, na Flórida, próximo das 9h30, no horário local, segundo dados de sites de monitoramento de voos.

Um alto funcionário do Departamento de Estado do governo dos Estados Unidos informou à imprensa que o país vai emitir vistos para Flávio Bolsonaro, sua mulher e as duas filhas. A decisão foi anunciada após aliados do senador confirmarem que ele deixou o Brasil em direção aos EUA, depois de perder a eleição presidencial para Lula no último domingo.

PF apontou risco de fuga logo após resultado das urnas

A Polícia Federal apontou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, risco concreto de Flávio Bolsonaro deixar o Brasil e pediu a apreensão de seus passaportes logo após a confirmação da derrota do senador na eleição presidencial. Entre os indícios citados estavam a permanência nos Estados Unidos do advogado Willer Tomaz, investigado com Flávio por suspeita de lavagem de dinheiro, e declarações de Eduardo Bolsonaro recomendando que o irmão deixasse o país caso perdesse a disputa.

Aliados dizem que foram surpreendidos

Integrantes da cúpula da campanha de Flávio Bolsonaro afirmam que foram surpreendidos com a saída dele do país e tentam se desvincular do episódio. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, o coordenador político da campanha, Rogério Marinho, conversou com o senador na manhã de ontem, mas recebeu como resposta que ele estava “esfriando a cabeça”. Aliados e integrantes da equipe jurídica dizem não ter participado do planejamento e que souberam do caso pela imprensa.

Flávio Bolsonaro deixou o Brasil ontem, desobedecendo a determinação do ministro Alexandre de Morares para entregar os seus passaportes a pedido da Polícia Federal, que investiga o senador em dois inquéritos. Após um site de notícias argentino ter informado que ele e a família entraram no país por Puerto Iguazu e ter terminado o prazo dado para a entrega dos documentos, a PF cancelou os passaportes de Flávio e acionou mecanismos de alerta nas fronteiras.

O governo Milei confirmou na madrugada de hoje que Flávio, a mulher e as duas filhas entraram na argentina por terra na noite de ontem e embarcaram em um voo privado para Guayaquil, no Equador. Segundo a Direção Nacional de Migrações, a família cruzou a Ponte Internacional Tancredo Neves, na província de Misiones, às 22h50, com documentos válidos, e embarcou às 23h30 em uma aeronave da empresa Baires Fly.

Ontem mais cedo, no entanto, autoridades argentinas negaram que o senador tivesse entrado no país. Segundo a colunista do UOL Janaína Figueiredo, a aeronave em que supostamente estão Flávio e sua família chegou a Guayaquil por volta das 5h30 de hoje e teve o plano de voo atualizado com destino final para o aeroporto no condado de Miami-Dade, na Flórida, próximo das 9h30, no horário local, segundo dados de sites de monitoramento de voos.

Um alto funcionário do Departamento de Estado do governo dos Estados Unidos informou à imprensa que o país vai emitir vistos para Flávio Bolsonaro, sua mulher e as duas filhas. A decisão foi anunciada após aliados do senador confirmarem que ele deixou o Brasil em direção aos EUA, depois de perder a eleição presidencial para Lula no último domingo.

A Polícia Federal apontou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, risco concreto de Flávio Bolsonaro deixar o Brasil e pediu a apreensão de seus passaportes logo após a confirmação da derrota do senador na eleição presidencial. Entre os indícios citados estavam a permanência nos Estados Unidos do advogado Willer Tomaz, investigado com Flávio por suspeita de lavagem de dinheiro, e declarações de Eduardo Bolsonaro recomendando que o irmão deixasse o país caso perdesse a disputa.

Integrantes da cúpula da campanha de Flávio Bolsonaro afirmam que foram surpreendidos com a saída dele do país e tentam se desvincular do episódio. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, o coordenador político da campanha, Rogério Marinho, conversou com o senador na manhã de ontem, mas recebeu como resposta que ele estava “esfriando a cabeça”. Aliados e integrantes da equipe jurídica dizem não ter participado do planejamento e que souberam do caso pela imprensa.

UOL

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