“Antes de ser prefeito fui deputado e pude conhecer a realidade de todo o estado”, diz ACM Neto

neto

Durante entrevista ao programa Boa Tarde Bahia, da Band Bahia , nesta quarta-feira (19), o candidato a governador do estado, ACM Neto (União Brasil), declarou que sua experiência como deputado federal e ex-prefeito da capital lhe permitiu conhecer diferentes realidades do estado.

Na oportunidade, o ex-prefeito de Salvador disse que ao longo da sua vivência como parlamentar federal conheceu a realidade dos 417 municípios e afirmou que a campanha começou no interior para demonstrar prioridade às cidades baianas.

Ao ser indagado sobre como pretende evitar que seu projeto de governo seja uma “visão de Salvador aplicada à Bahia”, Neto destacou os dez anos em que atuou na Câmara dos Deputados. “Antes de ser prefeito de Salvador, eu fui deputado federal três vezes e, naquela oportunidade, eu pude conhecer de perto a realidade de todo o estado. Eu fui votado praticamente nos 417 municípios ao longo de dez anos como deputado federal”, ressaltou.

Durante a entrevista ACM Neto destacou também que o contato com municípios do interior teria sido ampliado após sua saída da Prefeitura de Salvador. Ele disse que, ao longo da pré-campanha para as eleições de 2022, visitou mais de 330 municípios em menos de um ano e citou o projeto “Sua Voz é Nossa Voz” como uma das iniciativas utilizadas para ouvir moradores e identificar problemas locais.

“De 2023 para cá, nós voltamos ao diálogo direto com essas cidades, sempre com o propósito de escutar as pessoas, de ver de perto os problemas”, afirmou. ACM Neto também utilizou o início de sua campanha eleitoral como argumento para demonstrar que pretende dar prioridade ao interior da Bahia.

ACM Neto também direcionou críticas à atual gestão estadual ao abordar a situação dos agricultores e trabalhadores que vivem da atividade rural. Segundo ele, o governo não oferece atualmente o suporte necessário ao homem do campo e teria deixado de investir em políticas de extensão rural e segurança hídrica. “Eles acabaram com a extensão rural, acabaram com a política. Falam das obras de segurança hídrica para levar água para o homem do campo, não tem barragem, principalmente no semiárido”, frisou.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *