Carlos Muniz rebate crítica da administradora do Aeroporto de Salvador

carlosmuniz

O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), vereador Carlos Muniz (PSDB), elevou o tom e rebateu as críticas de Julio Ribas, CEO da Vinci Airports, administradora do Aeroporto da capital baiana, que teria classificado como oportunista o Projeto de Lei do tucano que trata polêmica cobrança na área de embarque e desembarque no equipamento.

Diante disso, o chefe da Casa Legislativa soteropolitana, reiterou que não vai disputar as eleições deste ano e rechaçou as afirmações de Ribas. “Eu não sou candidato a nada, então se é uma [medida] eleitoreira pode ser para outra pessoa, menos para mim. Quando ele [Júlio Ribas] falou várias besteiras, eu disse que toda aquela bobagem que ele tinha falado se relacionava à pessoa dele. E não a ninguém daqui da Câmara. E continuo dizendo que na entrevista que ele deu, a relação, as palavras dele foram para si mesmo, não para ninguém daqui da Câmara. Que ninguém daqui da Câmara é aproveitador, se tiver alguém que esteja aproveitando do povo, pode ter certeza que é ele que quer fazer isso. Quando ele quer cobrar 18 reais da pessoa que passa ali com o automóvel e passa dos 10 minutos”, disse.

Muniz também afirmou que já fez vários questionamentos sobre o real funcionamento do Kiss e Fly e que até o momento não teve respostas da Vinci Airports, e apresentou exemplos de algumas situações para defender seu Projeto de Lei.

“Eu já fiz várias perguntas e até hoje não obtive respostas. Como é que uma cadeirante vai ter só 10 minutos para você tirar uma cadeira de roda do carro, para você colocar aquela pessoa no local em que ela possa fazer a viagem. O que é que vai acontecer com essa pessoa? Se tiver um engarrafamento no aeroporto de Salvador, quando chegar vários aviões, o que é que vai ser feito? Então são várias perguntas que quem foi que fez o estudo dos 10 minutos para que ele desse esse tempo”, acrescentou.

Ainda durante a entrevista, o edil ressaltou que o Executivo soteropolitano não foi consultado pela empresa que administra o aeroporto para a implementação do programa.

“Então não participou o órgão responsável pelo trânsito de Salvador em momento nenhum. Não participou a Prefeitura de Salvador e ele não pode fazer algo sem que tenha participação do ente público que é a Prefeitura de Salvador. Principalmente a Transalvador, que é quem diz como se realiza o trânsito aqui em Salvador”, continuou. (Política Livre)

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *