Israel elimina cúpula de segurança do Irã e expõe crise nos EUA

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A guerra entre os Estados Unidos, Israel e o Irã atingiu um novo e perigoso patamar de escalada. Israel intensificou sua estratégia de “decapitação” da liderança iraniana ao assassinar Ali Larijani, o principal oficial de segurança do país e secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, além de Gholam Reza Soleimani, chefe da temida milícia Basij.

Larijani era considerado uma figura pragmática e um dos homens mais poderosos de Teerã.Em resposta, o Irã lançou uma nova onda de mísseis — incluindo ogivas de fragmentação (cluster) — contra Tel Aviv, resultando na morte de civis israelenses devido a estilhaços.

Paralelamente, os EUA lançaram bombas guiadas de mais de 2 toneladas contra instalações de mísseis iranianos perto do estratégico Estreito de Hormuz, que continua sob ameaça iraniana, afetando o fornecimento global de petróleo e elevando os preços. A fratura em Washington: O diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA, Joseph Kent, renunciou em protesto contra a guerra.

Em uma carta direta ao presidente Donald Trump, Kent afirmou que o Irã não representava uma ameaça iminente e que os EUA iniciaram o conflito devido à intensa “pressão de Israel e de seu poderoso lobby”. Trump minimizou a saída do oficial, chamando-o de “fraco” e aproveitou para criticar publicamente os aliados da Otan por se recusarem a enviar ajuda militar para a região.

Uol

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